Coordenadas dos Amigos Contatados

Coordenadas dos Amigos Contatados
Esta é a relação oficial e final dos amigos encontrados, e seus pares, visando a Festa do COPA 50 Anos Depois
Mostrando postagens com marcador Nelson. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nelson. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de julho de 2010

DA SÉRIE "ROMANCES ANTIGOS"

Naqueles idos tempos de 1954 ou 55, o Nelson Azambuja, com os seus dez, onze anos, já namorava a minha amiga de sempre Selene, entre nós apenas Lene. O Nelson tem um irmão, o Nei, que sendo exatamente um ano mais novo que o meu irmão Toninho, teria naquela época os seus onze ou doze anos de idade. Como brincávamos sempre juntos e o Nei era bem bonitinho, até por facilidade do arranjo, comecei a "arrastar uma asa" para o seu lado. Com isso, se a coisa desse certo, a melhor consequência de toda a história é que a Lene e eu seríamos cunhadas, fortalecendo ainda mais a nossa amizade, já tão consolidada. Coisas de gurias daquela época; penso que hoje em dia as idéias dominantes sejam bem diversas daquelas que predominavam antigamente.
A idéia fortaleceu-se de tal forma que me foi entusiasmando e o meu coraçãozinho, da transição infância-adolescência, passou a aprová-la e cultivou outros sentimentos. Tão mais importantes, que um dia me animei a escrever a minha primeira poesia:

"Na terra nasce a flor
E no meu coração
Irraizou-se o amor."

Acabou não dando em nada, como poderia ter dado. Mas outros amores aconteceram, como era normal, e a vida continuou trilhando o seu destino.

A provocação está lançada! Penso que, com um convite como esse, o Nei não poderá mais furtar-se a comparecer ao nosso grupo dos amigos do COPA. Nem que seja para contar a sua versão.

Beijo a todos.

Autor: MARIA DO CARMO LANDELL DE MOURA (CAMO).

quarta-feira, 30 de junho de 2010

REMINISCÊNCIAS

Queridos Selene e Nelson
O bom da vida é mesmo a gente ter a possibilidade de lembrar! É sinal de que ainda estamos bem vivos e, apesar do tempo, muito capazes de pensar e agir com o coração e a mente lúcidos e inteiros!
Melhor, ainda, é sabermos que na terra existem a emoção, o carinho, a amizade, a gentileza e, acima de tudo, muito amor!
Com o amor, vieram as lembranças de um tempo já bem distante, que nos fez, num só golpe de sorte, trocarmos o ontem pelo agora, numa felicidade tão grande que quase nos impede até de termos a certeza de que isto aconteceu!!!!
Cada vez me convenço mais: o ser humano é incrível! Que capacidade tem de amar e de sofrer pelo irmão! Como é capaz de transformar-se, num repente, e pensar: será que eu ainda tenho 22 anos? ou 16? ou 14? ou 24? Essas eram as nossas idades naquele tempo em que a bola corria pela Tobias, pela Paisandú, pela Machado e arredores! Essas eram as idades das meninas "casadoiras" que se achegavam para a mais velha, já casada, para conversinhas nas arquibancadas, fingindo que assistiam aos treinos dos meninos, com os olhinhos espichados para o campinho ou o meio da rua!!!! Tempo muito bom aquele, como muito bom é o de hoje! Afinal, tivemos a chance maior e a felicidade de nos revermos inteiros e com saudade, muita saudade!
Obrigado, queridos Nelson e Selene, pelas horas de lembranças e de amenidades! Quantas memórias, quanta história! Quantos foram esses amores da nossa infância, adolescência e juventude!
Obrigado a vocês pela oportunidade de nos vermos e nos enxergarmos no fundo de nós mesmos, do que fomos e do que somos hoje: retrato fiel do nosso passado e presente que está sendo capaz de nos mostrar que neste mundo existe amizade, afeto, solidariedade e de que, apesar da distância , no coração e na mente existem gavetas recheadas de amor onde sempre se encontra aquilo que aparentemente estaria perdido ou amarelado pelo tempo. Minha querida mãe Alzirinha , dizia muitas vezes que RECORDAR É VIVER!! Então, queridos amigos, estamos bem vivos e cheios de muito boas recordações ! E isto é muito importante e nos faz muito felizes.
Nosso beijo muito carinhoso,
Nora e Cinel

Autor: NORA BOCACCIO CINEL

quinta-feira, 24 de junho de 2010

ANA MARIA LANDELL DE MOURA - APRESENTAÇÃO PESSOAL

Querido Nelson,
Fiquei muito feliz em receber teu telefonema e o carinho que me proporcionaste com tantas lembranças de um tempo maravilhoso, onde convivemos no Partenon da nossa infância e adolescência.
Embora de uma geração um pouquinho mais adiante da de vocês, em sua maioria, relembrei, olhando o Blog e as fotos que postaste, cenas, fotos e pessoas que estavam um pouco adormecidas na minha memória, mas não no meu coração. Soube, assim que eu revi todas as parcelas de histórias referidas por vários de meus queridos amigos e vizinhos do passado, a importância de se buscar, neste presente em que vivemos, um pouco dos nossos sonhos e ideais, e até para fazermos, por assim dizer, um alegre retrospecto de nossas vidas.
A Paissandú nº 284, ainda frequento semanalmente e a casa continua a ter a mesma referência familiar, pois minha mãe Jessie, com 90 anos, ainda mora lá e meu irmão "joãozinho", como carinhosamente o apelidas, também ali reside. Assim continuo geográfica e emocionalmente focada na nossa Paissandú e no nosso Partenon, relembrando, toda vez que por ali circulo, a história de cada casa e da família que ali morou e as marcas que deixaram em todos nós. Por esta circunstãncia ainda convivo com alguns amigos e vizinhos que ali ainda permanecem...assim o distanciamento ficou um pouco mais próximo !
Aproveito este primeiro contato para dar alguns tópicos de minha vida atual, posssiblitando aos amigos de 50 anos atrás me situarem um pouco neste presente.
Me formei em Direito pela PUC, e logo ingressei na carreira de Procurador do Estado do Rio Grande do Sul, por onde me inativei. Estudei em Paris para uma especialização em Direito Público, fui Conselheira da Ordem dos Avogados do Rio Grande do Sul, Diretora Financeira do Instituto dos Advogados e exerci, durante minha vida profissional, varias atividades de assessoramento jurídico em diversas Secretarias e órgãos estatais.
Me casei com um colega da Faculdade de Direito, Frederico Carlos Gomes Neto, de familia oriunda do Menino Deus e colega da Puc, reencontro este que se deu muitos anos depois de nos formarmos. Não tenho filhos e assim meus sobrinhos ficaram neste lugar, juntamente com as netinhas do meu marido.
Atualmente resido no Bairro Petrópolis. E me recordo agora, que muito andei de bicicleta por aqui nos finais de tarde, com Tania e Olenca, que foram moradoras por muito tempo da Paissandú. Para relembrar, Tania , Olenca - que casou com o Sergio Cohen, também morador do Partenon -, e Maslova eram três irmãs com quem muito convivi. Dona Lorlai era a mãe e tinha uma avó, que também morava com elas e infelizmente não estou recordando o nome. Moravam quase em frente da residência do nosso querido e não mais presente Bruno.
Nesta pequena retrospectiva que estou fazendo em razão do COPA e deste reencontro, não posso deixar de aqui referir o quanto o meu querido irmão Antonio, que lastimavelmente tão cedo nos deixou, ficaria feliz e entusiamado com esta confraternização, ele que foi um dos "sócios fundadores" entre outros amigos dessa idéia social, e era uma pessoa muito comunicatival, alegre e integradora.
Asim, embora não tenha convivido diretamente com muitos dos integrantes do COPA, me relacionei através dos meus irmão e irmãs, pois na realidade éramos cinco, e meu pai gostava muito que os amigos frequentassem a nossa casa.
Estas são as minhas primeiras impressoões, desencadeadas por teu amável telefonema, e que eu gostaria de que nossos amigos de 50 anos também participassem, tal como no nosso passado sabíamos uns dos outros.
Um abraço carinhoso para ti , Selene e aos demais integrantes do Blog da família Copa.

Autor: ANA MARIA LANDELL DE MOURA.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

CARO NELSON

Lembrando das conversas que eu e Queca tínhamos com tua mãe, dona Mariazinha, não posso deixar de registrar como era gostoso vê-la tricotar. Era a Rainha do Tricô. Como eu, vizinha de lado, a incomodava para aprender o acabamento tão perfeitos que ela dava às suas peças, querendo reproduzir nas roupinhas de boneca!
Era gostoso brincar de “pegar” e de “esconder” no pátio da Queca, pulando literalmente de árvore para esconderijo e assim por diante, muitas vezes espalhando as folhas de outono, que seu Gabriel recomeçava a juntar pacientemente. Depois, corríamos para comer os bolinhos de queijo da dona Maria, mãe da Queca.
Tínhamos nossas árvores privativas, onde às vezes deixávamos bilhetinhos com os nomes ou só as iniciais dos paqueras. E os álbuns de amigos, que delícia! Surpresa e às vezes decepção, quando os meninos revelavam sua preferência por outra...
Troca de gibis no Cinema Brasil em sessões duplas, com intervalo para comprar balas “quebra-queixo”, “americanas” ou “gasosas”. Quem não lembra?
Nas festas de São João da Paissandu (não lembro se havia na Tobias Barreto) imensas fogueiras eram armadas pelo Tiziano, Arturito, nosso pai, Dr. Aimoré, pai da Neni e do Déco, e outros vizinhos. O quarteirão era fechado, isolado com cavaletes e tudo, e nós nos revezávamos em longas rodas e dança e quadrilhas, às vezes a caráter, com as mães servindo pipoca, amendoim, pinhão, queijadinha nos portões das casas, como se fossem barracas de uma feira.
Havia solidariedade entre vizinhos. Dr. Tapir, irmão do Aymoré, era médico de todas as emergências e nunca faltava a um chamado, mesmo durante a noite, inclusive de nossos vizinhos menos aquinhoados do morro, que começava a ser tomado por barracos. Vó Aurora ajudava quem batesse à porta, e muitas vezes o Arturito foi o transporte alternativo de quem não podia chamar “auto-de-praça”. Ninguém passava um sufoco sem que aparecesse uma visita com um bolo, um chazinho, um papo amigo. Lembro até de um incêndio por explosão de botijão de gás na casa onde havia morado a Nora Machi, quase em frente da nossa. Eram vizinhos novos, quase desconhecidos. Todos foram ajudar – uns retiravam os familiares, que instantaneamente eram atendidos pelo Dr. Tapir, abrigados e transportados pelos vizinhos para o HPS; outros retiravam móveis e o que mais fosse possível salvar, para diminuir as perdas.
As competições de ping-pong eram outra fonte de diversão, com escalas marcadas no quadro-negro e direito a torcida, nas garagens no fundo da casa da dinda Dalva, mãe do Jorge e do Nelson Leães. Às vezes, as partidas só acabavam com as chamadas desesperadas das genitoras, cansadas de requentar o jantar.
Por falar em Jorge Leães, filho da minha madrinha Dalva, que morava em frente à casa da Queca e do Athos, lá vai mais uma história dos namoros e casamentos da rua Paissandu, como contou o mano do Carlos Ari. O Jorge foi namorado da Marília, irmã do Carlos Ari, do Tonico e da Graça, mas acabou casando com a Neni, com quem teve duas filhas, uma das quais, a Roberta, foi por uns tempos namorada de meu caçula Roberto, sacaram?
Tonico casou com a Queca e tiveram a Gabriela, um amor de menina, publicitária, mãe da Maria Luiza. Claro que Queca, Lia e eu continuamos amigas de toda a vida e a consideramos mais uma das irmãs Ulrich, assim como consideramos a querida Vercy (Boeira), companheira do Roberto, viúvo de nossa irmã Rosely.
O tempo passou. Eu me separei do primeiro marido, pai de meus três filhos, e um belo dia encontro o Carlos Ari, também separado. Nunca mais nos deixamos. Casamos “de papel passado” tempos depois, tendo por padrinhos nossos seis filhos.
O tempo passou mais um pouco e, para nossa surpresa, Tonico, já separado pela segunda vez, nos apresenta sua nova parceira que, como ele diz, espera que seja a última, e que não é outra senão a Neni, irmã do Déco, filha de Aymoré e Anita! Considerando que a Gabriela é filha de Tonico e Queca e sobrinha do Carlos Ari, ganhei como sobrinha a filha de minha melhor amiga que também é enteada de outra grande amiga de infância! O resto conto outra vez, pois a coisa já vai longe e não quero monopolizar o espaço.

Que bom, Nelson, que vocês desataram este fio de nossas lembranças remotas, porém tão vivas!

Autor: Lenora Ulrich

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

PASSEIO DO COPA 1960


Como estou sempre estimulando os amigos a enviarem fotos ao blog, que possuam ligação com o nosso querido COPA, tomo a iniciativa de publicar esta que aí vai. A foto apresenta uma parte dos participantes de um passeio que o COPA promoveu - não posso precisar o ano - imagino que pelo ano de 1960, às instalações da então Faculdade de Agronomia e Veterinária, na Avenida Bento Gonçalves, a caminho de Viamão. Creio que os que participaram do evento devem se lembrar.




Ainda consigo identificar, na foto, em pé, da esquerda para a direita, os nossos caros amigos, Wilson, o signatário deste "post", Beto Grassi, Fernando Patta, e um que não identifico. Abaixados, na mesma ordem, Mário Augusto, Nelson Machado, Victor Hugo Aita, outro não identificado por mim, José Bento, João Moura. Os dois pequenos da frente também não consigo identificar. Todas as correções e complementações são muito bem vindas, para preenchermos as lacunas.
Quero fazer uma referência a essa foto e, ao mesmo tempo uma homenagem ao nosso caro amigo Pedro Ricardo, esteja ele nos lendo ou não. Lembro perfeitamente que ele participou desse passeio, em que foi incluído um magnífico churrasco, provavelmente preparado pelos nossos amigos mais velhos (naquela época a gente podia usar essa terminologia). Também fez parte da programação uma partida de futebol entre a moçada da Paisandú e a da Tobias Barreto e tive a honra de ter junto comigo, pela Paisandú, o meu amigo Pedro Ricardo, além dos outros já citados, que moravam naquela rua.
Naquele tempo, a máquina fotográfica mal tinha sido inventada e, por essa razão, a foto publicada é possivelmente a única que tenho em meu poder, relativa a algum evento do COPA. Volto a incentivar os amigos a publicarem fotos relacionadas às atividades do COPA em seu poder; mas também, por que não, que contenham grupos de amigos da Paisandu, Tobias Barreto e periferia, que congregavam os nossos associados da época. Elas ajudarão os mais tímdos a se reconhecerem e a se chegarem ao nosso grupo.
Aproveito esta oportunidade para dar as boas vindas à nossa querida amiga Maria do Carmo Landell de Moura Porto, a Camo, caríssima amiga da minha esposa Selene, neste momento a mais recente seguidora do nosso blog, segundo o que pude observar. Peço à Camo que envie para o e-mail do nosso Grupo "COPA 50 Anos Depois" (copa-50-anos-depois@googlegroups.com), os dados necessários para que eu a inclua em nossa planilha de "resgatados" (telefones convencional e celular, e-mail e cidade/estado onde reside atualmente) como pacto de participação da nossa festa.
Estarei também incluindo, na mesma planilha, os dados da minha esposa Selene, ex-sócia do COPA e seguramente comprometida com a nossa festa.
E vamos em frente!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

NELSON AZAMBUJA - Apresentação Pessoal

A Comissão Organizadora decidiu, como razoável, que todos os antigos amigos do COPA, que aceitassem o convite de participar desse Blog, escrevessem e postassem uma pequena coluna que servisse como apresentação pessoal aos demais amigos, para tornar mais fácil o reconhecimento de todos entre si. Coisa bem simples, sem rebuscamentos e, sobretudo, tão espontânea quanto possível. Como sou bem obediente, aí vai a minha apresentação, em que toda a ênfase será colocada para mostrar a minha ligação com o COPA.
Eu sou o Nelson Azambuja, que morava inicialmente na Tobias Barreto, 457, lá em cima, na frente do Carlos Ary e do Antônio Celso, depois da pracinha. Depois me mudei para a Paisandu, 531, penúltima casa à direita de quem sobe, vizinho da Carmem Maria, Rosely, Lia e Lenora e em frente ao Deco (Carlos Alberto Nascimento). Andei mudando de, e para essas mesmas casas (ninguém consegue abandonar o Partenon), por curtos espaços de tempo. A coisa mais importante que me aconteceu naquele tempo foi que ali, no bairro, conheci a minha namoradinha, que viria a ser a minha esposa até agora, a Selene V. de Oliveira (Lene). Não demora nada ela vai escrever a sua própria apresentação pessoal.
Naquele tempo eu até que jogava uma bolinha legal (deixando a modéstia um pouquinho de lado) e então fui convidado, se não estou enganado (como isso é fácil hoje...), pelo Mário Augusto e o Nelson Machado, a integrar o time de futebol e futebol de salão de um grupo de meninos da Tobias Barreto que então parece que se chamava COMETA. O Dr. Júlio Bocaccio, da Tobias Barreto, era, digamos, o dono do time e lembro muito bem que ele me fez assinar uma ficha de inscrição que era um verdadeiro Contrato (quem vai se lembrar disso é o Francisco - Chico - Bocaccio). Logo o pequeno Clube cresceu e transformou-se no COPA, mas essa é uma outra história que ainda será contada nesse blog.
Participei ativamente, como todos, de todas as atividades esportivas e sociais do COPA até o ano de 1961 quando eu, com os meus dezessete anos, concluí o então "Científico" no Júlio de Castilhos e fui tratar do meu primeiro vestibular, no qual, aliás, não fui bem sucedido. Naquele mesmo fim de ano, meu pai, Carlos Ferreira de Azambuja, então trabalhando na Varig, transferiu-se para São Paulo com toda a família, onde permaneci até o final do ano seguinte realizando o cursinho pré-vestibular.
Ao final daquele ano, com a desculpa de fazer o vestibular em Porto Alegre, mais fácil que em São Paulo - preciso dizer que eu queria mesmo era vir para perto da minha namoradinha Selene? -, retornei para a minha cidade natal e para as atividades do COPA. Já era o início do ano de 1963.
Continuamos participando do convívio com os amigos do COPA, menos ativamente, é verdade, porque as disciplinas da Escola de Engenharia não me davam folga, até o início do ano de 1966 quando, Selene e eu, resolvemos virar adultos e casar (podem deixar que vamos postar foto do casamento com alguns amigos do COPA). Daí para a frente, fim da adolescência, faculdade, emprego e vida de casado, os encontros passaram a rarear e foi, mais ou menos assim, que terminou a minha (já então nossa) participação junto às atividades do COPA.
Entretanto, aproveito a oportunidade para dizer, nunca esqueci dos tempos nem dos amigos do COPA. Mais do que isso - tenho amigos daquele tempo que são testemunhas -, desde os últimos anos tenho sempre alimentado a esperança de ver acontecer um encontro com os remanescentes daquela época. Acho que estou muito próximo de ver esse desejo se realizar, de voltar a rever pelo menos alguns dos co-responsáveis por uma época inesquecível.