Coordenadas dos Amigos Contatados

Coordenadas dos Amigos Contatados
Esta é a relação oficial e final dos amigos encontrados, e seus pares, visando a Festa do COPA 50 Anos Depois

segunda-feira, 14 de junho de 2010

PORTO ALEGRE, 13 DE JUNHO DE 2010

Hoje entrei no blog do COPA e confesso que fiquei realmente emocionada, como a nossa memória permaneceu latente em nossos corações; foi só o teu ....empurrãozinho... e pronto. Nos transportamos para a nossa juventude abençoada por Deus; fomos muito felizes.
Por isso, mando a todos os nossos colegas de infância esta mensagem.

O TEMPO PASSA, MUDAM AS ESTAÇÕES E OS ACONTECIMENTOS
E TRANSFORMAM AS NOSSAS VIDAS E A NÓS MESMOS.
MAS, AS PESSOAS QUE NOS SÃO IMPORTANTES
PERMANECEM PARA SEMPRE,
GERANDO UM ELO DE CARINHO E AMIZADE.
OS MAIS BELOS SENTIMENTOS SÃO COMPARTILHADOS
COM QUEM AMAMOS,
PESSOAS QUE PREENCHEM A NOSSA VIDA,
COM ALEGRIA, E NOS FAZEM FELIZES
PELO SIMPLES FATO DE EXISTIREM.

UM GRANDE BEIJO COM CARINHO DA VANISE LUNARDI

Autor: Vanise Lunardi.

domingo, 13 de junho de 2010

AMACORD 1

Taí óh, prezado Carlos Ari, nunca tinha pensado a Tobias em territórios, seria dividida, na verdade, pelas faixas etárias?
A pracinha, se bem me lembro, era campo neutro, onde as peladas eram mais quentes, pois os – agora - da “Tobias de Baixo”, jogavam com os “estranhos” – gurizada que descia o morro -, em jogadas mais disputadas, já que estávamos jogando “fora de casa”. No “nosso campinho” as peladas entre o América e o Perigoso (que só eram interrompidas quando escurecia, pois não se enxergava mais a bola!!!) eram jogos com fardamento e muitas vezes até com torcida - campinho próprio é outra coisa!! -. Então, a turma da “Tobias de Baixo” era formada, na ordem, descendo a rua e da nossa faixa de idade (os de cima já eram coroas para nós): Nelsinho Abrahão (primo do Beto), Vitor Hugo Aita (irmão da Suzete), José Francisco Braga (irmão da Vera e Ligia), Gil Meira (o laçador de carro – está estória fica para depois), Raul e Milton Abrahão, Bileco Tonin ( irmão da Suzana), Xyko Bocaccio (irmão da Nóra, Lúcia, Memeis e Meieno) , Marco Aurélio dos Santos irmão da Valéria, Bento José e Flávio Lima (irmãos da Eunice, meus primos), Beto e seu irmão Luis Antonio Grassi . Este elenco formava dois times: os seis primeiros vestiam as camisetas do América (dono do campinho), e do Perigoso os demais (cujos treinos eram feitos na rua e as goleiras eram os portões da casa do tio Bento e da minha). Na faixa dos menores – os “pirralhos” - lembro do Eduardo Pilla, Luis Pedro e Carlos Alberto.
Nossos passeios de bicicleta incluíam até a pracinha, Martin Bromberg, Paissandú ou, com mais aventura, descer a Humberto de Campos – então de chão batido – lomba abaixo, de braços abertos, SEM SEGURAR O “GUIDON” DA BICICLETA, até a PETISQUEIRA - era o máximo!!
Cara Lenora! Quanto às fogueiras: ahá!!, na “Tobias de Baixo” também se faziam fogueiras, entre outras tantas traquinagens - idos de 1955–60. As mesmas eram manufaturadas no meio da rua em frente ao terreno baldio (na verdade o terreno era do Seu LILITO pai do Beto, do Puchuca (Raul) e do Mito (Milton) - entre a casa do Beto Turco e a do Ivo Tonin pai do Bileco (Luis Alberto). A estrutura da fogueira era formada por um tronco de árvore ou caibro mantidos em pé por um colar de pneus velhos (como um rocambole) cuidadosa e criteriosamente selecionados para serem empilhados e imolados em ordem cronológica de seus diâmetros mantendo assim o equilíbrio da massa de galhos, tábuas e jornais que os circundavam formando um “complexo emaranhado equivalente a um prédio de dois a três andares (sem cobertura) que arderia como o fogo do inferno, enquanto as fagulhas subiam aos céus, iluminando toda a Tobias Barreto. Era a consagração das muitas horas de busca e apreensão do material que era recolhido de casa em casa. Não tinha amendoim, não; o que pipocavam eram as bombas e bombinhas, rojões e busca-pés e, o auge da emoção, com muita adrenalina, era soltar os “rojões enlatados” (prendia-se a bomba dentro de uma lata e calçava com o pé – que loucura), especialidade do José Francisco Braga. Nota: ninguém perdeu o pé!!, só se perdia o juízo, mas era bom!!! Só terminava após pular a fogueira, mais outra manobra de risco!! Era a prova de coragem !! (risos).
Quanto ao subir nas árvores, na Tobias “entre a Pracinha e a Bento”, passávamos muitos momentos comendo caquis e goiabas (com bichinho e tudo) sentados nos galhos e ainda saboreávamos, coquinhos, pitangas e butiás (que estômago! ) no pátio da 71.
E as gincanas de Carrinho de lomba!! (os bólidos eram de confecção caseira, artesanal em madeira e com rodas de rolimã (rolamentos) rodas maiores no eixo traseiro, fixo, e com diâmetro menor no eixo móvel dianteiro; os mais sofisticados tinham freio de mão, caso contrário, não tinha sola de sapato ou do “guides” (hoje conhecido como tênis) que resistisse.

Imagem meramente ilustrativa, réplica do modelo de época

As competições eram feitas em duplas, individuais ou em comboios com até três carrinhos e os circuitos eram traçados, delineados pelos labirintos lajeados do pátio da 71, de acordo com o grau de dificuldade de cada prova; e a competição só encerrava quando não se enxergava mais o trajeto e terminavam as tardes de sábado.
Mas nem tudo era paz!!? E as “batalhas” eram entre o acampamento do campinho e o instalado no fundo do quintal da 71. As barracas montadas, com quase nada dentro, e o arsenal de pedras prontas para serem projetadas por cima dos muros. Coitados dos telhados. E a estratégia era atacar, ou pela rua, ou pelos fundos, escalando os muros, sobre os quais corríamos com habilidade impar!! Era lícito também o uso e porte de “funda, bodoque, estilingue” (para as gurias entenderem: é uma forquilha de madeira ou metal - modelo mais sofisticado – com tira de borracha, geralmente confeccionada com câmara de pneu de carro, já que a de bicicleta era muito frágil, sem poder de fogo) com a qual eram lançadas as bolinhas de cinamomo que recheavam os bolsos dos calções, que naquele tempo iam quase até os joelhos!

Imagem meramente ilustrativa, réplica do modelo de época

Como para nos redimirmos das malvadezas, criávamos pombos correios (símbolos da paz) e suas revoadas enfeitavam e “bosteavam” os telhados e arredores. Eram enviados, após exaustivos treinamentos, de trem para São Paulo e de lá, soltos, levavam dois a três dias para chegarem cansados e famintos em seus pombais. Espetacular!! Façanha nossa ou dos pombos?
Alguém lembra dos irmãos chineses ( era um casal) que eram muito altos e desciam a Tobias de patins com toda a destreza e muita habilidade??
Não perca no “AMACORD 2”, a guerra com escudos e bolas de meia e algumas dos bondes “gaiola”.
Quem sabe juntando todas estas crônicas e estórias da nossa infância/mocidade, não sai um livro - CRÔNICAS do COPA - dedicado às crianças carentes do Partenon !! É só uma idéia!! O que acham??
Saudações e abraços aos amigos do COPA

Autor: Xyko Bocaccio

sábado, 12 de junho de 2010

A TRIBO DA TOBIAS DE CIMA - PARTE 1

Há cinqüenta anos, duas tribos habitavam a Rua Tobias Barreto: a "Tobias de Cima" e a "Tobias de Baixo". A fronteira entre as duas era uma linha imaginária que cortava mais ou menos ao meio a Praça Esperanto, que todo mundo chamava mesmo de pracinha. Afirmam alguns antropólogos haver existido ali também uma terceira tribo, a "Tobias do Meio", cujo território abrangia o entorno da pracinha e se estendia ao longo da Rua Martin Bromberg, até os limites da Paissandu. Por se tratar de matéria altamente controvertida, prefiro considerar essa população como integrante da "Tobias de Baixo".
Mesmo tendo vida autônoma, as duas tribos mantinham boas relações, já que os de cima eram frequentemente obrigados a transitar pelo território dos de baixo em seus deslocamentos diários entre seu território e a Avenida Bento Gonçalves, a grande artéria que unia o arrabalde Partenon ao resto do mundo. A pracinha, que tinha dois tanques de água, gangorras e balanços, era limpa e às vezes freqüentada por nós, membros da tribo de cima, embora pudéssemos ser mais facilmente localizados no trecho da rua que ficava situado entre a casa do seu Patta e a do seu Carpes.
O centro de nossa taba era o terreno baldio confinado entre as casas do doutor Guido e a do seu Carlos e da dona Mariazinha. Ali o doutor Guido, italiano grande e calvo, engenheiro ou construtor ― as profissões dos adultos não eram objeto do interesse dos membros da tribo ― construíra um galpão que lhe servia de oficina. A única coisa que sei dele é que era casado com uma ex-cantora lírica italiana, que fez do teto de sua casa um heliponto (isso na década de 1940!) por acreditar que o helicóptero seria o transporte do futuro, que não tinha filhos, que fazia balas de funcho para distribuir entre nós e que morreu subitamente do coração, ao mergulhar numa banheira gelada num dia de intenso calor.
Desmanchado o galpão após a morte do doutor Guido, ficamos donos do terreno. Nossas peladas, antes jogadas com bolas de meia no áspero “gramado” de paralelepípedo da rua, tendo as garagens de portas metálicas por goleiras, agora passaram a ser disputadas em campo decente. A bem da verdade, o tal terreno não era nivelado nem plano. Tinha desníveis, cocurutos, macegas e restos do tal galpão, porém não tinha meio-fio nem paralelepípedo. Jogávamos agora com bola de verdade, e as garagens de nossos pais e os ouvidos da vizinhança eram poupados das freqüentes boladas. Os goleiros eram frangueiros, porque ninguém queria ficar no gol. Quem se revelasse bom “guarda-vala”, passava o jogo todo só levando bolada.
Eram membros permanentes da tribo da "Tobias de Cima": Fernando e Cota Patta, Zenaide Falcão, Dirce Viggevani, Nei e Nelson Azambuja, Carlos Ari e Antonio Carlos Germano da Silva, Antonio Celso Queiroz Prestes, Jane e Jorge Crivelaro, Sohel e Helso Weber de Oliveira, Dilnei, Silnei e Marle Moraes Carpes. Lembro de alguns membros temporários, como Zé Macaco, que participava das peladas de rua; do mais moço dos Pfeiffer (infelizmente não recordo seu primeiro nome), em cuja garagem jogávamos ping-pong; do Juca, que morou na casa geminada com a do Nei e do Nelson; do Pedro, que morou na casa que tinha sido dos Crivelaro. Minhas irmãs Marília e Graça e a irmã mais nova do Dilnei, Marilei Siglia, por serem muito novas estavam numa posição correspondente à categoria “infantis” de um clube de futebol. Nós outros, é claro, éramos “os profissionais”.
Feita a apresentação da “Tribo da Tobias de Cima”, encerro por hoje. Um abraço a todos e até a próxima mini-crônica.

Autor: Carlos Ari

sexta-feira, 11 de junho de 2010

CARO NELSON

Lembrando das conversas que eu e Queca tínhamos com tua mãe, dona Mariazinha, não posso deixar de registrar como era gostoso vê-la tricotar. Era a Rainha do Tricô. Como eu, vizinha de lado, a incomodava para aprender o acabamento tão perfeitos que ela dava às suas peças, querendo reproduzir nas roupinhas de boneca!
Era gostoso brincar de “pegar” e de “esconder” no pátio da Queca, pulando literalmente de árvore para esconderijo e assim por diante, muitas vezes espalhando as folhas de outono, que seu Gabriel recomeçava a juntar pacientemente. Depois, corríamos para comer os bolinhos de queijo da dona Maria, mãe da Queca.
Tínhamos nossas árvores privativas, onde às vezes deixávamos bilhetinhos com os nomes ou só as iniciais dos paqueras. E os álbuns de amigos, que delícia! Surpresa e às vezes decepção, quando os meninos revelavam sua preferência por outra...
Troca de gibis no Cinema Brasil em sessões duplas, com intervalo para comprar balas “quebra-queixo”, “americanas” ou “gasosas”. Quem não lembra?
Nas festas de São João da Paissandu (não lembro se havia na Tobias Barreto) imensas fogueiras eram armadas pelo Tiziano, Arturito, nosso pai, Dr. Aimoré, pai da Neni e do Déco, e outros vizinhos. O quarteirão era fechado, isolado com cavaletes e tudo, e nós nos revezávamos em longas rodas e dança e quadrilhas, às vezes a caráter, com as mães servindo pipoca, amendoim, pinhão, queijadinha nos portões das casas, como se fossem barracas de uma feira.
Havia solidariedade entre vizinhos. Dr. Tapir, irmão do Aymoré, era médico de todas as emergências e nunca faltava a um chamado, mesmo durante a noite, inclusive de nossos vizinhos menos aquinhoados do morro, que começava a ser tomado por barracos. Vó Aurora ajudava quem batesse à porta, e muitas vezes o Arturito foi o transporte alternativo de quem não podia chamar “auto-de-praça”. Ninguém passava um sufoco sem que aparecesse uma visita com um bolo, um chazinho, um papo amigo. Lembro até de um incêndio por explosão de botijão de gás na casa onde havia morado a Nora Machi, quase em frente da nossa. Eram vizinhos novos, quase desconhecidos. Todos foram ajudar – uns retiravam os familiares, que instantaneamente eram atendidos pelo Dr. Tapir, abrigados e transportados pelos vizinhos para o HPS; outros retiravam móveis e o que mais fosse possível salvar, para diminuir as perdas.
As competições de ping-pong eram outra fonte de diversão, com escalas marcadas no quadro-negro e direito a torcida, nas garagens no fundo da casa da dinda Dalva, mãe do Jorge e do Nelson Leães. Às vezes, as partidas só acabavam com as chamadas desesperadas das genitoras, cansadas de requentar o jantar.
Por falar em Jorge Leães, filho da minha madrinha Dalva, que morava em frente à casa da Queca e do Athos, lá vai mais uma história dos namoros e casamentos da rua Paissandu, como contou o mano do Carlos Ari. O Jorge foi namorado da Marília, irmã do Carlos Ari, do Tonico e da Graça, mas acabou casando com a Neni, com quem teve duas filhas, uma das quais, a Roberta, foi por uns tempos namorada de meu caçula Roberto, sacaram?
Tonico casou com a Queca e tiveram a Gabriela, um amor de menina, publicitária, mãe da Maria Luiza. Claro que Queca, Lia e eu continuamos amigas de toda a vida e a consideramos mais uma das irmãs Ulrich, assim como consideramos a querida Vercy (Boeira), companheira do Roberto, viúvo de nossa irmã Rosely.
O tempo passou. Eu me separei do primeiro marido, pai de meus três filhos, e um belo dia encontro o Carlos Ari, também separado. Nunca mais nos deixamos. Casamos “de papel passado” tempos depois, tendo por padrinhos nossos seis filhos.
O tempo passou mais um pouco e, para nossa surpresa, Tonico, já separado pela segunda vez, nos apresenta sua nova parceira que, como ele diz, espera que seja a última, e que não é outra senão a Neni, irmã do Déco, filha de Aymoré e Anita! Considerando que a Gabriela é filha de Tonico e Queca e sobrinha do Carlos Ari, ganhei como sobrinha a filha de minha melhor amiga que também é enteada de outra grande amiga de infância! O resto conto outra vez, pois a coisa já vai longe e não quero monopolizar o espaço.

Que bom, Nelson, que vocês desataram este fio de nossas lembranças remotas, porém tão vivas!

Autor: Lenora Ulrich

segunda-feira, 7 de junho de 2010

BLOCO NA RUA

Atenção Moçada do COPA!
Para quem não possui endereço de e-mail, mas consegue acessar o nosso blog "COPA 50 Anos Depois", o "BLOCO ESTÁ NA RUA"!!!
Já enviamos mensagem comunicando que a nossa festa "COPA 50 Anos Depois" está definitvamente marcada!
Estou inserindo o Convite, como imagem, a seguir. Aqui são apenas fornecidos as observações necessárias.
Por favor, agendem esta data e não marquem mais nada para este dia porque queremos ver todos os amigos conosco. Casa cheia! Ninguém pode faltar!!!
O ponto de referência para o "Centro Espanhol" é o Supermercado Zaffari Higienópolis. O lugar é muito bonito, com capacidade para todos os nossos amigos, pista de dança, local especial para o nosso DJ e encarregado das projeções. O local é amplo e de fácil manobra, com estacionamento fácil e garantido por três seguranças especialmente contratados para garantir uma festa sem sustos.
Prestem atenção ao número da conta que conseguimos abrir para os depósitos: 180960-1. Ou seja, a data da festa, 18/09, há cinqüenta anos atrás, 60. Dígito 1. Não há como errar!! A agência é a 0575-4 do Banco do Brasil. Agora, atenção!!! Precisamos saber quem está realizando os depósitos, para podermos providenciar os crachás e outros “baratos”, ou seja, precisamos saber quem estará participando da nossa festa. Se os depósitos forem feitos através de DOC ou transferência entre contas do Banco do Brasil, o depositante fica automaticamente identificado e não é necessário fazer mais nada. Entretanto, se o depósito for feito na boca do caixa, automático ou não, em “cash” ou em cheque, o depositante será obrigado a nos enviar a cópia do comprovante de depósito, ou via fax ou escaneando o comprovante e mandando o resultado por e-mail. O meu número de fax é 54 3295-1558 e o meu e-mail é nsfazambuja@gmail.com. Os depósitos poderão começar a ser feitos a partir de amanhã, terça-feira, dia 08 de junho, e as inscrições para a nossa grande Festa encerrar-se-ão no dia 1º de setembro do corrente ano. Esse é o prazo máximo que conseguimos para comunicar ao Buffet o número final dos participantes da festa. Não deixem para fazer o depósito nos últimos dias; quanto mais cedo tivermos idéia da afluência à festa, maior a nossa chance de uma organização melhor e mais bem preparada.
Por enquanto, apenas quatro pessoas, entre as já contatadas, não possuem endereço de e-mail. Para essas vou encaminhar o convite impresso, por correio; para tanto, vou precisar dos seus endereços. A seguir, os nomes que não possuem endereço de e-mail; quem souber dos seus endereços domiciliares, por favor, enviem-nos a mim, logo que possível:

Beatriz Boeira;
Ester Maria Boeira Toigo;
Júlia Amélia Hirt Moreira;
João Carlos Hirt Moreira;

Para quaisquer dúvidas que tenham, lembrem que contamos com a nossa lista de discussão copa-50-anos-depois@googlegroups.com; usem-na o quanto quiserem para saná-las.
A partir de hoje, segunda-feira, 07/06/2010, o nosso blog http://www.joaozinhomoura.blogspot.com/
já está contando com uma seção especial relativa ao nosso grande evento. Infelizmente, a seção não está abrindo corretamente para quem usa o "browser" Internet Explorer que, aliás, é o meu caso. Já sei que com outros "browsers" ela está abrindo direito. De qualquer maneira já estamos providenciando a correção do problema. Se alguém puder ajudar com sugestões, sinta-se em casa para nos falar. Nessa seção temos a divulgação completa da festa, a contagem regressiva dos dias que faltam, a localização do Centro Espanhol em mapa etc... Não deixem de visitar o blog e acompanhar os desdobramentos.
Uma outra coisa muito importante. Estamos chegando na hora da verdade! Não devemos continuar confiando apenas na Comissão Organizadora para os contatos com os amigos do COPA. Os amigos já contatados têm total liberdade para buscar amigos que ainda não foram contatados. Há muita gente que ainda não contatamos e, possivelmente, muitas pessoas que nem sequer conseguimos nos lembrar. Para isso, contamos muito com vocês, que já fazem parte do nosso grande grupo. Para ajudar nessa busca, vou providenciar, também para segunda-feira, uma relação de amigos ainda não contatados, seja por falta absoluta de coordenadas, seja porque ainda não tivemos tempo hábil para fazê-lo. E mando essa lista como anexo de uma nova mensagem. Precisamos, nesse momento, unir nossas forças para fazer da nossa sonhada festa, um estrondoso sucesso!

Não esqueçam de continuar enviando fotos para os nossos dois álbuns “Fotos do COPA” - http://picasaweb.google.com.br/nsfazambuja/FotosDoCOPA# - e “Álbum dos Amigos do COPA” - http://picasaweb.google.com.br/nsfazambuja/AlbumDosAmigosDoCOPA?authkey=Gv1sRgCInpqqqQoI_FLQ#. Fotos antigas, fotos atuais, fotos para montagem, o que quiserem enviar, para que possamos publicar tornando todos mais conhecidos de todos.

Caros Amigos, desta vez é isso! Vamos às reservas. Queremos encher o salão contratado! Divulguem e prestigiem!
Um grande abraço a todos,
Nelson.

sábado, 8 de maio de 2010

O SONHO QUE SE TORNA REALIDADE

Pode até mesmo ser pouco altruístico dizer que seria preciso estar na minha pele para experimentar as emoções que tenho sentido ao iniciar cada novo contato com um amigo do passado. Mas é a pura verdade e sinto e sei que muitos dos nossos amigos já estão tendo esse tipo de experiência. Estou certo de que todos ainda terão a oportunidade de vivenciar tais alegrias, senão agora, durante a realização do evento. Hoje falo dessas coisas sem medo de parecer piegas, coisa que evitava muito no passado. Tem sido para mim um exercício gratificante.
Nesses últimos dias andei buscando e falando com pessoas que não via desde 1960, gente; exatos 50 anos! E de repente você ouve o interlocutor dizer lá do outro lado: "Nelsinho Azambuja! Há quanto tempo!" Gente, isso é que não tem preço! A outra amiga, após saber de quem se tratava, pede para me interromper e conta que a secretária entrou no seu consultório para saber a razão das gargalhadas que estava ouvindo da sala de espera; e que ela teve que contar à secretária que estava morrendo de rir das fotos antigas dos nossos álbuns do blog, reconhecendo uns e outros em suas fotos. Neste momento, a esta hora, enquanto escrevo, acabo de receber mais um e-mail de uma amiga querida que busquei durante toda a tarde sem sucesso. E aproveitando o seu e-mail, ainda tive a chance de falar com ela por telefone, antes do encerramento do dia, mais uma amiga que chega até nós. De fato, a nossa Festa já está acontecendo em muitas das nossas cabeças, o que me deixa extremamente feliz!
Após essas breves divagações, é com a maior alegria que comunico que a nossa Relação Oficial de Amigos Contatados, devidamente atualizada e publicada acima dessa postagem, conta agora com o expressivo número de 36 (trinta e seis) membros. Todos os novos amigos foram contatados por telefone, por viva voz, e estão conosco na idéia, no espírito e, se tudo correr bem, na nossa grande Festa que já tem data marcada! Se nos dermos conta de que a grande maioria dos membros da relação possui um(a) companheiro(a), já somos, potencialmente, cerca de 70 participantes da Festa. E ainda há muitos mais para trazer de volta ao nosso aconchego. Essa é uma tarefa em que todos podem colaborar. Basta que se lembrem de um amigo cujo nome ainda não faça parte da lista e faço o contato. Não há restrição na colaboração. Peça, que ele entre em contato conosco, ou nos forneçam as suas coordenadas para contato.
Tenho sempre recebido informações dos novos amigos contatados, bem como dos antigos, de que têm freqüentado o blog e dado boas risadas com as fotos que estão sendo apresentadas em nosso dois álbuns. Por favor, continuem enviando as fotos para proporcionarem mais alegria entre todos nós. E continuem freqüentando o blog, pois sempre teremos novidades.
Aproveito a ocasião para anunciar que a Festa do “COPA 50 Anos Depois” está oficialmente marcada para o dia 18 de setembro de 2010, com a chegada da Primavera. Marquem nas suas agendas e reservem essa data para a Festa que será imperdível. No máximo dentro de uma semana, estaremos informando o local do grande encontro e apresentando outros detalhes. A Comissão Organizadora tem trabalhado a todo vapor para conseguir preparar tudo com muita antecipação e organização. Mas a grande mola propulsora que nos estimula permanentemente e sem a qual nada poderíamos fazer é, sem dúvida alguma, o entusiasmo dos nossos amigos do COPA.
Finalmente, me utilizo  desta postagem para solicitar aos amigos que usem o Grupo de Discussões “COPA 50 Anos Depois”, cujo endereço já deve ser conhecido de todos (copa-50-anos-depois@googlegroups.com), para mandarem todas as mensagens que bem entenderem mandar. O Grupo foi criado para isso! Basta usar o endereço fornecido, e conhecido, e todos os amigos do COPA receberão a mensagem. E se quiserem responder às mensagens, basta tão somente clicar no botão “Responder” e todos os amigos receberão suas respostas. A nossa timidez só era justificada em nosso tempo de juventude; a experiência nos garante a liberdade para a manifestação espontânea e autêntica. Por isso, aproveitem!
Um grande abraço a todos!

terça-feira, 27 de abril de 2010

COPA 50 ANOS

A provocação do Nelson fez reviver o cenário de nossa infância e adolescência, fez as velhas árvores voltarem a florescer, as casas antigas rejuvenescerem, o ar ficar mais leve e o céu mais claro; as noites, antes lúgubres e vazias, voltarem a se encher da algazarra de vozes infantis, do clarão de fogueiras de São João, de cantigas de roda e do ruído de mil correrias de crianças, de vozes de mães chamando pelos filhos, anunciando o toque de recolher. Naqueles tempos, há cinqüenta anos, Paissandu e Tobias Barreto eram refúgios protegidos contra todos os males do mundo, que ficava longe, muito longe, lá no centro da cidade, aonde íamos de bonde ou à vezes de lotação, espremidos num velho Lincoln 1951, entre mais nove passageiros.

Nelson nos trouxe de volta as chaminés em forma de galo e as fumaças dos fogões à lenha, as peladas nos terrenos baldios, as bolitas, os piões, os campeonatos de times de botão, as coleções de figurinhas e de bandeirinhas dos pirulitos Kibon, as matines do Cinema Brasil, as guloseimas do seu Roberto e da Petisqueira, as balas de funcho do Dr. Guido, o bonde gaiola, os brinquedos da Ferragem Simões, os carnavais da Bento Gonçalves e tantas outras coisas que eu pensei haver perdido para sempre quando parti para Barbacena numa manhã de janeiro de 1962, com destino à Escola Preparatória de Cadetes do Ar, perseguindo o sonho de ser aviador, mas que me foram restituídas, como num passe de mágica, por um telefonema do Nelson, cinqüenta anos mais tarde.
Autor: Carlos Ari.

CARLOS ARI CÉSAR GERMANO DA SILVA - APRESENTAÇÃO PESSOAL

Nasci em 01 de maio de 1945. Morei na Tobias Barreto 460 de 1953 a janeiro de 1962, quando ingressei na Escola Preparatória de Cadetes do Ar, em Barbacena, Minas Gerais. Conclui o Curso de Formação de Oficiais Aviadores, da então Escola de Aeronáutica do Campo dos Afonsos, em 1968. Permaneci na Força Aérea Brasileira até março de 1987, quando pedi transferência para a reserva no posto de tenente-coronel-aviador. Em agosto de 1987, ingressei na Rio-Sul Linhas Aéreas, em Porto Alegre, como comandante de Bandeirante. Nesse mesmo ano, reencontrei Lenora e formamos nova família. Eu trazia três filhos do primeiro casamento e ela também três de seu primeiro casamento, totalizando seis meninos. Permaneci na Rio-Sul até março de 2002, quando me aposentei como comandante de Boeing 737 e gerente de segurança de voo da empresa. Após a aposentadoria, transferimos nossa residência para a Praia do Rosa, em Santa Catarina sem, contudo, rompermos nossas raízes com Porto Alegre, onde moram quatro de nossos seis filhos. Desde então, tenho dedicado meu tempo a escrever. Meu primeiro livro – O Rastro da Bruxa: história da aviação comercial brasileira no século vinte através de seus acidentes (1928-1996) – teve boa acolhida e já está em sua segunda edição pela EDIPUCRS.
Autor: Carlos Ari.

LENORA MARIA SILVA ULRICH - APRESENTAÇÃO PESSOAL

Nasci a 3 de novembro de 1950. Morei na Paissandu 523 desde então até 1971, ano em que casei pela primeira vez. Formei-me em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS em 1973. Trabalhei durante 15 anos no SENAC. Concomitantemente, participei da criação da Federação Nacional dos Arquitetos do Brasil e da fundação do Partido dos Trabalhadores. Na gestão de Olívio Dutra como prefeito de Porto Alegre fui subsecretária da SMOV; na de Tarso Genro, fui Diretora do DEP, e na de Raul Pont fui Assessora de Engenharia e Urbanismo do prefeito. Como suplente de vereadora, por diversas vezes tive a oportunidade de assumir a vereança. Retirei-me da vida pública por motivo de saúde, esgotada fisicamente pelo acúmulo de encargos no trabalho e no lar. Na Praia do Rosa tenho me dedicado às artes plásticas, além da jardinagem. Pretendo voltar à literatura e à poesia, gênero em que tenho dois livros publicados.
Autor: Lenora Ulrich.

domingo, 4 de abril de 2010

A FESTA SE AQUECE COM A CHEGADA DO OUTONO

A cidade de Gramado, que adotamos como nosso lar há cerca de dois anos e meio atrás, tem nos brindado apenas com surpesas muito agradáveis durante esse período. Mas poucas se comparam à que experimentamos durante esse fim de semana, em que mais uma vez revivemos a morte e ressurreição do Cristo Senhor, que está a encerrar-se com esse chuvoso final de tarde. O destino, jogando a favor da organização do encontro do "COPA 50 Anos Depois", nos trouxe a Gramado a figura do Nelson Gaspar da Motta, o nosso amigo "Curuca", ex-presidente do COPA, acompanhado da sua querida e agradabilíssima família: sua esposa Luciana e suas duas filhotas Laura e Vitória. A família havia planejado aproveitar os feriados da Semana Santa em Buenos Aires; entretanto, a fortuna, contrariando seus planos, impediu-os do encontro com os "porteños" e os trouxe a todos para cá, proporcionando horas e horas de uma agradabilíssima conversa onde, tanto quanto foi possível, revivemos, do mais recôndito das nossas lembranças, fatos e personagens que há muito havíamos olvidado.
Além de horas agradabilíssimas relembrando o passado e festejando o presente, aproveitamos a oportunidade, ao sabor de  um maravilhoso "fondue" e outro tanto vinho chileno (aproveitando o clima outonal e chuvoso reinante), para discutir aspectos muito gerais relativos ao encontro ao qual estamos nos dedicando. Foram, realmente, idéias muito gerais, tendo em vista que éramos apenas dois dos membros da nossa Comissão. De qualquer maneira o encontro foi ótimo e serviu, além de tudo, para reafirmar a vontade e o entusiasmo dos participantes visando à realização da  nossa grande festa. O "Curuca", como toda a simpática família, embora ainda atarefadíssimo nas suas atividades de médico cirurgião no município de Lageado, onde reside, encontra-se super entusiamado com as perspectivas do evento e colocou-se, definitivamente, à disposição para contribuir, com o que estiver ao seu alcance, para a organização do grande encontro. Aproveitamos a oportunidade para publicar a foto batida durante nosso jantar, no restaurante "La Famille de Gazon", em Gramado.

Mas as surpresas da semana não pararam por aí. Ainda na terça-feira, conforme relatei numa pequena mensagem ao Grupo, conseguimos contato telefônico com mais um amigo do passado: desta feita foi com o nosso amigo Carlos Ari Germano da Silva, dos altos da Rua Tobias Barreto, casado com a Lenora Ulrich e irmão do Antônio Carlos, mais conhecido entre nós por "Maninho" ou "Polaco" e parece que agora, por "Tonico". Se vocês não se lembram, a Lenora é a mais nova das irmãs Ulrich - as outras são a Carmem Maria, a sempre lembrada Roseli e a Lia. Inicialmente, o Carlos Ari não estava entendendo nada e lembro de ouvi-lo dizendo "Nelson Azambuja ..., mas isso foi há tanto tempo ...". Estou contando que ele vá fazer uma resumida apresentação neste blog, mas já adianto que ele se afastou de Porto Alegre em 1962, para cursar a Escola Preparatória de Cadetes do Ar, em Barbacena, MG; portanto, quanto a mim, pelo menos, lá se vão 48 anos desde a última vez em que o vi. A alegria foi redobrada ao sabê-lo casado com a Lenora, nossa vizinha de casa geminada, à rua Paisandu. O Carlos Ari já nos escreveu longo e-mail resumindo as atividades desses últimos poucos 48 anos e prontificou-se a encaminhar o material que lhe havia enviado, ao seu mano Antônio Carlos. Enviou também uma foto e apenas estou esperando a sua autorização para publicá-la.
E qual não foi a nossa surpresa, ao abrir a caixa de correspondência, hoje pela manhã, e lá encontrar mensagem do amigo Antônio Carlos (Polaco), que já se encontra a par de tudo que estamos realizando, inclusive postando comentário sobre as fotos no nosso álbum! Também com alegria redobrada, informamos que o nosso amigo Antônio Carlos acha-se em excelente companhia, casado com a Virgínia Nascimento (a Neni), filha do Aimoré Nascimento, nosso vizinho de frente, na mesma rua Paisandu. Somos aqui portadores do seu entusiasmo sobre a idéia do encontro dos amigos do COPA e do gentil oferecimento do seu conhecido bar "A Casa do Barão", para a realização do próximo encontro da nossa confraria. Já antecipadamente aceito! Além disso, prontificou-se a encaminhar a documentação das nossas ferramentas a dois outros amigos do COPA: o Jorge Leães e o Carlos Alberto Nascimento (o Deco, irmão da Neni).
Como vêm, a Semana Santa nos foi auspiciosa. Melhores notícias, impossível!
A nossa famosa tabelinha, já se encontra devidamente atualizada e publicada no seu lugarzinho de sempre. Como podem ver, já somos agora 13 contatados, sem contar os contatos não oficiais, que já são vários! O próprio Curuca foi portador de ótimas notícias a respeito. Vamos continuar informando as novidades. Continuem propagando a idéia para que tenhamos sucesso.
Um grande abraço a todos e uma grande nova semana.